Com a crescente evolução das novas tecnologias e a sua efectiva utilização no âmbito organizacional os sistemas de informação tornaram-se ferramentas essenciais no quotidiano organizacional. A crescente importância destes sistemas e o nascimento da Internet fizeram com que empresas e particulares tivessem rapidamente acesso á enormes quantidades de informação.
A existência de ferramentas que alteraram completamente a forma de como realizar as actividades rotineiras da empresa, que permitiram a automatização de algumas dessas tarefas, a constante criação de aplicações que permitiam cada vez mais uma maior organização e estruturação e representação da actividade empresarial fez com que os investigadores começassem a estudar formas de modelar a Tomada de Decisão Empresarial.
De acordo com Keen and Scott Morton o conceito suporte á Decisão evoluiu de duas principais áreas investigacionais: Estudos Teóricos da Tomada à Decisão Organizacional (Carnegie Institute of Technology ) nos finais da década de 50 e Técnicas de Trabalho
A meio da década de 80 os EIS (executive information systems), os GDSS (group decision support systems) e os ODSS (organizational decision support systems ) envolviam um único utilizador e o SAD orientado à modelagem.
A existência de mais que uma aplicação tornou necessária a integração de dados de forma a que estes se encontrassem válidos e coerentes surgindo baseado nestas necessidades, no inicio dos anos 90, o data warehousing .
Posteriormente surgiram as on-line analytical processing (OLAP) que alargaram o âmbito dos Sistemas de Apoio á Decisão bem como novas aplicações analíticas baseadas na web.
A University of Vermont PROMIS system (suporte á decisão médica) e Carnegie Mellon ZOG/KMS system (tomada á decisão militar e do negócio) foram grandes avanços na investigação da área dos Interfaces.
Actualmente podemos organizar os Sistemas de Suporte à Decisão como: "communications-driven, data-driven, document driven, knowledge-driven and model-driven", de acordo com a maior preocupação reflectida na concepção do DSS.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Breve História dos Sistemas de Suporte á Decisão (SAD)
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
The 7 Habits of Highly Effective People
"Human beings are not things needing to be motivated and controlled;
they are four dimensional—body, mind, heart, and spirit."
Em construção....
Propriedades e Relações da Matemática
Em termos mais explícitos, definimos uma relação R como sendo um conjunto de pares ordenados (a,b) tais que a pertença ao conjunto A e que b pertença ao conjunto B. Em termos matemáticos:
Note-se que até o próprio conjunto cartesiano é um tipo de relação, dado que todo conjunto é subconjunto impróprio de si mesmo. Até o conjunto vazio pode ser considerado uma relação, mas deve-se tomar alguns cuidados em definições e teoremas para se evitarem paradoxos e contradições.
Relações entre elementos do mesmo conjunto
Um dos tipos mais importantes são as relações em que A = B, ou, em outras palavras, subconjuntos de A x A. Os tipos de propriedades que essas relações podem ter são:
2a) Simétrica:
2b) Anti-simétrica:
3) Transitiva:
Relações de equivalência
É uma relação que possui as propriedades reflexiva, simétrica e transitiva. Porém simetria não implica transitiva ex: A= {0,1,2,3}
R= {(1,2),(2,1),(2,3),(2,3),(2,0),(1,1),(3,2),(0,2)}
Relações de ordem
É uma relação que possui as propriedades reflexiva, anti-simétrica e transitiva.
Relações de compatibilidade
Relação Composta
Seja R uma relação de A para B, e S uma relação de B para C. Então podemos definir a relação composta S o R, de A para C, como:
Um cuidado deve ser tomado com essa notação, que é consistente com a notação de função composta, porque S e R parecem estar invertidas.
Relação Inversa
Analogamente ao conceito de função inversa, podemos definir a relação inversa da relação Note-se que nem sempre (aliás, quase nunca) :
Intuição
A intuição é o conjunto de conhecimentos próprios adquiridos ao largo das múltiplas experiências do Ser, que lhe aflora à mente espontaneamente, sem necessidade de ninguém lhe transmitir nada, pois que tais conhecimentos pertencem ao seu universo peculiar e subjectivo de conhecimentos.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Teoria das múltiplas inteligências
Nas propostas de alguns investigadores, a inteligência não é uma, mas consiste num conjunto de capacidades relativamente independentes. O psicólogo Howard Gardner desenvolveu a Teoria das múltiplas inteligências dividindo a inteligência em sete componentes diferentes:
1. Lógico-matemática;
2. Linguística;
3. Espacial;
4. Musical;
5. Cinemática;
6. Intra-pessoal;
7. Inter-pessoal;
Daniel Goleman e outros investigadores desenvolveram o conceito de Inteligência emocional e afirmam que esta inteligência é pelo menos tão importante como a perspectiva mais tradicional de inteligência.
Os proponentes das teorias de múltiplas inteligências afirmam que a Teoria g é no máximo uma medida de capacidades académicas. Os outros tipos de inteligência podem ser tão importantes como a g fora do ambiente de escola. Conforme foi dito acima, qualquer que seja o nível de abrangência de um teste ou de vários testes, haverá um factor principal g que explica grande parte da variância total observada na totalidade de itens ou na totalidade de testes. Se forem elaborados 7 ou 8 testes para aferir as 7 ou 8 habilidades (que Gardner chama "inteligências"), ficará patente que desse conjunto também emerge um factor geral que representa, talvez, mais de 50% da variância total. Se fossem considerados os 120 tipos de inteligência propostos por Guilford, também haveria um factor comum g que poderia explicar grande parte (talvez 50% ou mais) da variância total de todas estas habilidades (ou inteligências). Outro detalhe a ser considerado é que se g é o factor principal, por definição significa que é neste factor que mais estão saturados os itens ou os testes considerados, logo os demais factores h, i, j ... respondem por uma quantidade menor da variância total, ou seja, os demais factores não podem ser, individualmente, tão importantes quanto g, mas podem, em conjunto, ser mais importantes (explicar maior parte da variância total) do que g. Também é importante esclarecer que isso tudo é quantificável mediante o uso de um método estatístico multivariado chamado "Análise Factorial".
Indicadores de Inteligência na definição de um perfil.
Antes de definir o que é inteligência baseado em alguns autores que encontrei numa das minhas pesquisas, queria deixar aqui a minha opinião sem qualquer tipo de influência.
Eu revejo a minha inteligência num músculo.
Segundo outros autores, a inteligência pode ser definida como a capacidade mental de raciocinar, planear, resolver problemas, abstrair ideias, compreender ideias e linguagens, aprender.
Existem dois "consensos" de definição de inteligência.
O primeiro, de "Intelligence: Knowns and Unknowns", um relatório de uma força-tarefa:
"Os indivíduos diferem-se na habilidade de entender ideias complexas, de se adaptar com eficácia ao ambiente, de aprender com a experiência, de se engajar nas várias formas de raciocínio, de superar obstáculos mediante pensamento. Embora tais diferenças individuais possam ser substanciais, nunca são completamente consistentes: o desempenho intelectual de uma dada pessoa vai variar em ocasiões distintas, em domínios distintos, a se julgar por critérios distintos. Os conceitos de inteligências são tentativas de aclarar e organizar este conjunto complexo de fenómenos."
Uma segunda definição de inteligência vem de "Mainstream Science on Intelligence":
"Uma capacidade mental bastante geral que, entre outras coisas, envolve a habilidade de raciocinar, planejar, resolver problemas, pensar de forma abstracta, compreender ideias complexas, aprender rápido e aprender com a experiência. Não é uma mera aprendizagem literária, uma habilidade estritamente académica ou um talento para sair-se bem em provas. Ao contrário disso, o conceito refere-se a uma capacidade mais ampla e mais profunda de compreensão do mundo à sua volta - o sentido das coisas ou perceber"
No entanto existem autores que defendem outras definições de inteligência tais como:
- Herrnstein and Murray: "...habilidade cognitiva."
- Sternberg and Salter: "...comportamento adaptativo orientado a metas."
- Saulo Vallory: "...habilidade de intencionalmente reorganizar informações para inferir novos conhecimentos."
Na minha opinião existem vários indicadores de inteligência relevantes na definição de um perfil. Alguns deles são descritos a baixo:
1- Inteligência Psicométrica
Psicometria (do grego psyké, alma e metron, medida, medição) é uma área da Psicologia que faz a ponte entre as ciências exatas, principalmente a matemática aplicada – a Estatística e a Psicologia. A sua definição consiste no conjunto de técnicas utilizadas para mensurar, de forma adequada e comprovada experimentalmente, um conjunto ou uma gama de comportamentos que se deseja conhecer melhor.
Inteligência, QI e g
Inteligência, QI e g são conceitos distintos. A inteligência é o termo usado no discurso comum para se referir à habilidade cognitiva. Porém, é uma definição geralmente vista como muito imprecisa para ser útil em um tratamento científico do assunto.
2- Quociente de Inteligência / g
O quociente de inteligência QI é um índice calculado a partir da pontuação obtida em testes nos quais especialistas incluem as habilidades que julgam compreender as habilidades conhecidas pelo termo inteligência.
É uma quantidade multidimensional – uma amálgama de diferentes tipos de habilidades, sendo que a proporção de cada uma delas muda de acordo com o teste aplicado. A dimensionalidade dos escores de QI pode ser estudada pela análise factorial, que revela um factor dominante único no qual se baseia os escores em todos os possíveis testes de QI. Este factor, que é uma construção hipotética, é chamado g ou, algumas vezes, chamado de habilidade cognitiva geral ou inteligência geral.
Eg: Qual das imagens inferiores completa melhor a sequência superior?